Fundada por um grupo de empresários, a Induscar foi responsável por salvar a Companhia Americana Industrial de Ônibus (CAIO), que no final dos anos 1990, passava por dificuldades financeiras.

Com mais de cem milhões de reais em dívidas, em dezembro de 2000 a Caio teve a falência decretada.

A empresa não passou muito tempo inativa: como forma de aproveitar seu potencial fabril e a mão-de-obra especializada colocada em disponibilidade, a Justiça autorizou o arrendamento da massa falida, assumida, em janeiro de 2001, pela Induscar Indústria e Comércio de Carrocerias Ltda., firma especialmente constituída para esse fim pelo maior operador de ônibus de São Paulo – e maior cliente da Caio – José Ruas Vaz. O contrato de arrendamento, pelo período de quatro anos, incluía o uso das instalações de Botucatu e da marca Caio; a Caio-Norte foi desativada.

Apache Vip I. Foto: Reprodução da Internet

Duas questões foram objeto de máxima prioridade pela nova administração: “os custos totalmente fora de controle“, derivados da má gestão familiar anterior, e os problemas de estrutura e acabamento das carrocerias.

Assim, além da retomada da produção (que se deu em ritmo acelerado, tendo sido fabricadas 1.500 carrocerias até o mês de agosto), foram atacadas a melhoria da qualidade dos veículos, a padronização de componentes e a modernização dos métodos de fabricação (de imediato foram terceirizados o fornecimento de janelas, chicotes elétricos e peças de fibra).

Foz Super. Foto: Reprodução da Internet

No início de 2005 a Caio marcou importante tento no caminho da estabilidade ao ser escolhida para o fornecimento de 530 carrocerias para o Chile, como parte de uma concorrência para a compra de 1.667 veículos, a maioria sobre chassis articulados Volvo Low Floor.

 Em dezembro a empresa anunciou mais uma importante incursão no exterior – o acordo com a sul-africana Bussmark para a montagem de cerca de 1.500 carrocerias/ano, a serem remetidas do Brasil sob a forma SKD. É neste ano que ocorre a primeira renovação do arrendamento das instalações e da marca Caio entre a massa falida e o Grupo Ruas; a partir daí a empresa passou a assumir a marca Induscar-Caio.

Apache Vip. Foto: Reprodução da Internet

Com capacidade de produção de cerca de 10 mil unidades/ano e fabricação efetiva de 6.710 unidades em 2007 (23,8% do total nacional), a Induscar/Caio chegou a 2008 como maior fabricante brasileiro individual de carrocerias de ônibus (o segundo, caso se considere Marcopolo e Ciferal em conjunto) e, há muitos anos, o maior de veículos urbanos.

Em conseqüência do crescimento contínuo de vendas, a empresa planeja a construção de nova fábrica, ainda em Botucatu, especialmente para a produção de minis e micros. A partir de março de 2009, a Induscar tornou-se definitivamente proprietária da marca Caio e das suas instalações industriais, arrematadas em leilão judicial.

Foz. Foto: Reprodução da Internet

Em abril de 2013 a empresa anunciou a construção de uma nova fabrica na cidade de Barra Bonita no estado de São Paulo, foi feito um investimento de R$ 25 milhões e gerou 500 empregos diretos e 3.000 indiretos, a fabrica começou a operar no inicio de 2014.

No dia 08 de janeiro de 2017, o advogado da Caio esteve em Joinville e confirmou valor proposto de R$ 67,5 milhões para compra das fábricas paradas da Busscar, 49% da avalição inicial exigidos pela Justiça de R$ 133.151.088,11.


Giro 3200. Foto: Reprodução da Internet

Adquirida a empresa, outros R$ 100 milhões seriam investidos em produzir principalmente o modelo Panorâmico Double Decker Solar, seu maior interesse na tecnologia da extinta Busscar.

O juiz da 5ª Vara cível de Joinville, Valter Santin Júnior, aprovou em sentença final em 21 de março de 2017, a compra da Busscar. Para o negócio serão depositados, R$ 9,4 milhões à vista e outros R$ 57,74 milhões serão pagos em 52 parcelas com correção monetária. O objetivo da Caio é fortalecer seu segmento de ônibus rodoviários.

Hoje a Induscar, além de comercializar no Brasil, exporta para a África do Sul, Angola, Chile, Costa Rica, Equador, Estados Unidos, Indonésia, Jordânia, Líbano, Nigéria, Peru, Polinésia Francesa, República Dominicana e Trinidad e Tobago, entre outros países.

Carrocerias Produzidas


Linha Urbana

Apache Vip I (2001 – 2009)

Apache Vip I. Foto: Reprodução da Internet

O primeiro produto lançado pela Induscar, ainda no primeiro trimestre de 2001, foi o Apache Vip, um “urbano sofisticado” para chassis com motor dianteiro.

Tratava-se do Apache S21, com nova frente, para-brisa dianteiro inteiriço e nova traseira, ainda algo pesada, na linha estilística iniciada pelo modelo Millennium. O Vip (agora com para-brisa dianteiro bipartido) rapidamente se firmou no mercado, suplantando o S21 na preferência dos operadores.

Com o sucesso do Vip a Caio consegui recuperar parte do mercado perdido, crescendo 69% entre 1999 e 2000 e 48,2% entre aquele ano e 2001 (com 2.700 carrocerias fabricadas, a produção de 2001 equivalia a 13,6% do total nacional). Cabe registrar que a retomada da Caio teve a ajuda involuntária da Busscar, que então atravessava profunda crise financeira, acompanhada de drástica redução da produção.

Apache Vip I Intercity (2001 – 2009)

Apache Vip I Intercity. Foto: Reprodução da Internet

Seguindo a tradição de se oferecer um modelo urbano com algumas características, herdadas dos modelos rodoviários, a Caio lançou o Apache Vip destinado ao serviço Intermunicipal, batizando-o de Intercity.

A diferença para o modelo urbano era a adoção de poltronas rodoviárias, apenas uma porta e alguns acessórios como TV e sistema de som ambiente, além do ar condicionado.

Millennium II (2003 – 2011)

Millenium II. Foto: Reprodução da Internet

Com linhas totalmente redesenhadas, talvez as mais harmônicas de toda a história da marca.

Lançado no final de 2003 , o modelo veio responder pelo segmento top da linha de urbanos, ocupado pelos carros de grande capacidade – padron, low entry, low floor, articulado e biarticulado –, sempre com motor central ou traseiro

Em 2006 surgiu ainda outro projeto especial para a Prefeitura de São Paulo, o ônibus urbano com piso baixo central.

Millenium II. Foto: LexiCar Brasil

O veículo era dotado de larga porta em posição central, com degrau de altura suficientemente reduzida para dispensar o uso de rampa ou elevador.

Atendendo à nova legislação federal sobre acessibilidade, o ônibus era uma opção aos low floor e low entry, que apresentam restrição de uso em algumas situações desfavoráveis de pavimento.

Utilizando a nova carroceria Millennium, o ônibus foi montado sobre o moderno chassi Mercedes-Benz O 500 M

Topbus (2004 – presente)

Topbus. Foto: LexiCar Brasil

Em 2004 a Caio forneceu para o próprio Grupo Ruas 30 biarticulados especiais para operação nos corredores segregados de São Paulo, modelo ao qual deu o nome Topbus. Com 27 m de comprimento, oito portas e capacidade para 180 passageiros, foram construídos sobre chassis Volvo B12M com volante central; o painel era semicircular, em torno do piloto, e dele constava inclusive computador de bordo.

Mondego  (2005 – presente)

Mondego. Foto: LexiCar Brasil

Nada mais era do que alterações feitas na carroceria Millennium. Projetado inicialmente para o Chile, o Mondego hoje também está disponível para o mercado interno. É comercializado nas versões H, HA, L e LA. Em 2016 passou por uma reestilização.

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Foz Super (2006 – 2009)

Foz Super. Foto: Reprodução da Internet

Era o primeiro urbano médio da encarroçadora. O estilo era o mesmo do micro Foz, com pequenas alterações, a principal delas a abertura em forma de C acima da grade. Tinha quatro opções de comprimento, entre 9,5 e 11,3 m, podendo também ser fornecido nas configurações executiva e escolar.

Apache Vip II (2008 – 2012)

Apache Vip II. Foto: Reprodução da Internet

O urbano Apache Vip recebe sua primeira completa reestilização em agosto de 2008.

Apache S22 (2007 – 2012)

Apache S22. Foto: LexiCar Brasil

Um novo urbano “convencional” da marca surgiu, por fim, em janeiro de 2007, com o atraente design que vem caracterizando a Caio desde o lançamento do Giro, em 2002; se remetendo à força do nome de seu produto de maior sucesso, a nova carroceria foi batizada Apache S22.

Topbus PB (2009 – 2012)

TopBus PB. Foto: Diogo Amorim

O TopBus lançado em em 2004 sofre a sua primeira reestilização e ganha no nome o PB, que significa Piso Baixo.

Foz Super 2009 (2009 – presente)

Foz Super 2009. Foto: Reprodução da Internet

O sucesso do midi Foz Super recebe um novo desenho, em consonância com as mudanças estéticas aplicadas nos demais modelos da Caio.

Millennium III (2011 – 2016)

Millenium III. Foto: Thomas Souza
O Millenium passa por mais uma renovação estética, porém bem mais discretas, ficando o destaque para os novos para-choques dianteiros, que ganharam um desenho com linhas mais curvas.

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Apache Vip III (2013 – 2014)

Apache Vip III. Foto: Reprodução da Internet


O sucesso de vendas ganha uma nova reestilização, desta vez pouco sútil. Houve modificações sensíveis apenas na grade dianteira, que passou a incorporar o logotipo da fornecedora do chassi no meio da moldura e mais próximo ao logotipo da Caio.

Millennium BRT/BRS/Articulado/Biarticulado (2012 – presente)

O Millenium ganha sua versão para uso nos sistemas de corredores.

As carrocerias podem ter o comprimento total até 13.200 (Alimentador Motor Dianteiro); Até 15.000 (Alimentador Motor Traseiro); até 18.600 (Articulado); 23.000 (Super Articulado); 26.610 (Biarticulado).

Possui conjuntos óticos em leds e light string; Portas envolventes, que faceiam a superfície lateral; Posto do motorista com portinhola; Duto de ar com opcional de placas de propaganda e Poltronas de passageiros injetadas.

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Apache Vip IV (2014 – presente)

Apache Vip IV. Foto: Reprodução da Internet

Nova reestilização do modelo urbano mais vendido do país. Foi lançado na 10ª  Fetransrio e trouxe novos para-choques, grade dianteira e conjunto ótico inteiramente novos, inclusive com o uso de leds.

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Apache Vip IV Articulado (2016 – presente)

Apache Vip IV Articulado. Foto: Luciano Ferreira da Silva

O sucesso Apache Vip passou a contar também com uma versão voltada para os corredores exclusivos de ônibus.

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Millennium IV / Millennium IV Articulado (2016 – presente)

Millenium IV. Foto: Reprodução da Internet

O Millenium chega a sua 4ª geração.

As linhas futuristas do modelo são reforçadas pela curvatura dianteira maior e a frente aerodinâmica, com extensa área envidraçada.

A grade frontal, com nova dobradiça, foi reformulada para melhorar o acesso aos componentes internos.

Internamente, o Millennium possui novo conjunto de caixas de porta com cortina de ar (versão com ar condicionado) e nova cúpula dianteira; todos na cor cinza escuro, que promove conforto visual e não evidencia eventuais manchas. Conta, também, com central elétrica mais espaçosa, para acomodação dos componentes, incorporando porta-objetos para o motorista.

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Millennium BRT Articulado 2017 (2017 – presente)

Millenium BRT Articulado 2017. Foto; Roger Anthony

A Caio apresentou na edição de 2016 da FetransRio a atualização do modelo Millennium BRT, ônibus indicado para maiores demandas de passageiros. As principais mudanças estão na parte dianteira, que ganharam novos conjuntos óticos, por exemplo.

Outras características da versão anterior foram mantidas, como poltronas injetadas totalmente estofadas em tecido, e itens opcionais como ar condicionado, tomadas USB e wi-fi.

O Millennium BRT também conta com rampa móvel, que facilita o acesso de portadores de necessidades especiais no caso de chassi piso baixo, como o padrão da capital paulista. e portas tipo fole, com acionamento elétrico e vão de 1.150mm.

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Linha de Micro-ônibus e Minibus

Bambino (2002)

Caio Bambino. Foto: Mario Brian

O Caio Bambino era um mini ônibus, versão menor ainda do Piccolino. Foi um exemplo de que a indústria de ônibus se flexibilizou ao ponto de construir veículos gigantes e outros que são um pouco maiores que vários modelos de carros de passeio. Na verdade, o Bambino era oficialmente a versão reduzida do micro Piccolino, até então o menor produto da encarroçadora nesta época.

Tanto é que o Bambino ostentava o nome oficial de Piccolino.A versão do Bambino sobre plataforma Mercedes Benz, usava chassi 412 D, e na verdade era uma van Sprinter maior ou um micro-ônibus Piccolino menor, com o queiram.

Foi uma medida para atender a uma demanda maior que a capacidade da van, porém, na visão do empresário, pequena para um micro-ônibus tradicional. Além disso, era um modelo para ser ágil no trânsito, quase igual um carro, como nos serviços ligeirinhos. Foram poucas unidades vendidas e logo o produto saiu de linha. Não há registros desse modelo após o ano de 2002.

Atilis (2007 – presente)

Em maio de 2007 foi lançado o novo mini Atilis, desenvolvido em interesse mútuo com a Mercedes-Benz, exclusivamente para os chassis LO da marca (para equipar chassis dos demais fabricantes, o Piccolino continuou em linha).

O Atilis é disponibilizado em três versões de carroceria (urbano complementar, turismo e escolar) e de chassis (comprimento total de 7,0, 7,9 e 8,3 m – respectivamente modelos L7, L8 e L9).

Tal como um automóvel, é oferecido em cores padrão (branco, prata e amarelo) e acompanhado de Manual de Instruções e de Manutenção.

Mini Foz (2008 – presente)

Mini Foz. Foto: Reprodução da Internet

Em 2008 foi concluída a renovação da linha da Caio, com o lançamento do Mini Foz em substituição do veterano Piccolino.

Com comprimentos entre seis e oito metros e projetadas para utilizar qualquer tipo de chassi, as novas carrocerias comportavam grande número de aplicações, desde serviço executivo até transporte rural.

Em 2017 passou por uma remodelação.

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Foz (2005 – presente)

Foz. Foto: Reprodução da Internet

A linha de micro-ônibus Foz é lançada em 2005 nas versões urbana, turismo, executiva e escolar, com comprimento total entre 7,1 e 8,5 m (conforme a origem do chassi).

Anunciados como os de maior largura interna da categoria, podem comportar até quatro bagageiros laterais sob o piso, além de um traseiro.

Seu desenho ao longo dos anos, vem sofrendo mudanças mais sensíveis na dianteira.

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Soul Class (2017 – presente)

Soul Class. Foto: Divulgação

Modelo é o primeiro fruto de uma parceria entre a Iveco e a Caio no mercado de ônibus. É considerado o primeiro inclusivo do país.

O veículo conta com poltrona que baixa no elevador até o solo, onde o cadeirante é colocado na poltrona ou pode se acomodar por conta própria.

O elevador sobe e este usuário é transportado como as demais pessoas no salão de passageiros. Nem parece que é uma poltrona especial.

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Linha Rodoviária

Giro (2002 – presente)

Giro 3200. Foto: Reprodução da Internet

Em outubro de 2002, na 4ª Fetransrio, a Caio apresentou o Giro, primeiro modelo rodoviário da nova fase da empresa. Foram expostos dois protótipos, um com chassi VW OT, de motor traseiro, e outro sobre o tradicional Mercedes-Benz OF, ambos com 12,7 m de comprimento e capacidade para 42 passageiros, mais rodomoça. A primeira versão apresentada foi a 3200.

Giro 3400. Foto: Reprodução da Internet

Com diversas opções de acabamento, o Giro foi cautelosamente apresentado pela Caio como “uma carroceria para uso em fretamentos ou percursos rodoviários curtos e médios“. Em 2004 é apresentada a versão 3400. No ano seguinte, a linha recebe alterações leves na dianteira.

Em 2004 foi disponibilizado um modelo para médias e longas distâncias, o high deck 3600. Admitindo somente chassis com motor central ou traseiro, o novo modelo veio acompanhado de diversas comodidades (ar condicionado, calefação e “uma das maiores geladeiras do mercado“) e algumas novidades (novos faróis e lanternas, retrovisores aerodinâmicos e maiores bagageiros). Dependendo do chassi, podia comportar até 57 passageiros e 12,5 m³ de bagagens

Giro 3600. Foto: Reprodução da Internet
G3400 (2010 – presente)


G3400. Foto: Reprodução da Internet

Modelo rodoviário destinado exclusivamente ao mercado norte-americano, onde é vendido pela Caio North America LCC. Nada mais é do que o nosso Giro.

G3600 (2010 – 2014)

G3600. Foto: Reprodução da Internet

Modelo rodoviário destinado exclusivamente ao mercado norte-americano, onde era vendido até 2014 pela Caio North America LCC. Nada mais era do que o nosso Giro.

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Solar Foz (2010 – 2013)

Solar Foz. Foto: Reprodução da Internet

A Caio lança a carroceria Solar Foz para curtas e médias distâncias. Em 2013, são feitos retoques no modelo, com modificações no grupo ótico (com leds), espelhos, porta de acesso (agora com vigia inferior de vidro) e lanternas traseiras; o emblema Caio foi deslocado para baixo e sob ele foi anexada faixa decorativa cromada.

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Solar (2013 – presente)

Solar. Foto: Reprodução da Internet

A Caio abandona o Foz e passa a denominar sua linha de rodoviários apenas como Solar. É fabricado nas versões 3200 e 3400. Destinado aos serviços de fretamento, turismo e serviço rodoviário de média e longa distância, ele pode ser equipado com sanitário, wi-fi e ar condicionado.

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S3645 (2014 – presente)

S3645. Foto:Gustavo de Paula Caloche

Modelo disponível apenas no mercado dos Estados Unidos. Usa a plataforma Freightliner XBP. Seu desenho é idêntico ao Solar.

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S3436 (2015 – presente)

S3436. Foto: Reprodução da Internet

Modelo disponível apenas no mercado dos Estados Unidos. Usa a plataforma Freightliner XBP. Seu desenho é idêntico ao Solar.

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Outros

VUS (2006)

VUS 2006. Foto: Reprodução da Internet

Em 2006, atendendo à demanda do Setcesp, o sindicato paulista dos transportadores de carga, a empresa projetou o VUS – Veículo Urbano Setcesp, pequeno furgão de carga para 3,5 t, construído a partir da carroceria do Piccolino sobre chassis Mercedes-Benz 710 e 915.

O VUS era uma proposta dos transportadores à Prefeitura de São Paulo como alternativa ao VUC – Veículo Urbano de Carga (caminhão baú com comprimento máximo de 6,3 m), único autorizado pela administração municipal a efetuar entregas na área central da cidade. Com o mesmo comprimento, porém com maior capacidade volumétrica do que o VUC (16 m³, contra 14 m³), o VUS apresentava como vantagem adicional a ligação direta entre a cabine e o compartimento de carga.

Atilis Furgão (2007)

Atilis Furgão. Foto: Reprodução da Internet

O furgão VUS, foi equipado com a carroceria Atilis e foi rebatizado como Atilis Furgão. Teve a capacidade de carga aumentada para 17,2 m³; além da ampla abertura traseira em duas folhas (que podiam ser substituídas por uma porta de enrolar) o carro ganhou porta corrediça na lateral direita. O Atilis furgão foi um dos Destaques do Prêmio Autodata 2007 na categoria “Veículo Comercial Leve”.